sábado, 7 de novembro de 2009

Os lugares guardam uma memória. Eu posso senti-la.
Até eu imprimir minha memória em um espaço demora por isso fere quando a força pessoas imprimem as memórias delas no meu espaço. Não há uma reimpressão. Pra sempre restará aquela tinta fresca no espaço tempo da minha memória. Não me interessa o que houve antes de mim. Eu imprimo e pronto. Mas a minha porta fechada eu não tenho como abrir naquele momento. Me sinto de fora.

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