sábado, 25 de outubro de 2008

A sensação que tive hoje em relação à nossa amizade foi de um jogo de video game ou um filme que se vê em casa com a opção de ser pausado. Esses meses que se passaram com nossa amizade em suspenso parecem não mais figurarem meu passado recente pois quando buscamos nossa amizade ela esteve lá, no mesmo ponto em que a havíamos deixado. Isso não quer dizer que eu anule os últimos acontecimentos. Esse tempo deixou de existir somente em relação à "nós". O mais estranho de tudo é que durante esse período nós amadurecemos, e sabemos disso, mas a meu ver foi um amadurecimento simultâneo e que apesar da distância parece ter sido feito de mãos dadas. Estou feliz.

sábado, 18 de outubro de 2008

com uma bola de ferro pretendo manter meus pés grudados ao chão
e que o resto de mim se mantenha pregado a eles

agradecimentos: primeiramente ao coração por espernear mas se manter em sua camisa de força, em segundo lugar ao meu cérebro por se manter dentro da minha cabeça e finalmente à vocês.

sábado, 11 de outubro de 2008

Conclusões

o assunto é sempre o mesmo: nós e nossas mazelas.
cada vez sinto crescente a convicção de conclusões.
as divergências são normais e como me disseram hoje opinião é que nem cu, cada um tem o seu, mas enfim... não consigo não achar que seu mundinho é conto de fadas demais e que o meu mundinho abstrato é real demais para os dois conviverem em harmonia, tanto que sempre que tocamos nessas opiniões íntimas surgem pequenas discussões... mas não foi por isso que comecei a escrever...
voltando a crescente convicção... as pessoas são todas iguais, só diferem de nome e endereço... elas se apaixonam e desapaixonam com a mesma facilidade e sensações... elas são igualmente escrotas quando querem se fazer desapaixonadas, elas são intelectualmente cafajestes variando somente em relação a coragem da ação... mas entenda, estava no plano sensitivo!
aiii... o álcool me dá dor de cabeça que nem pensar em vocês... não quero mais isso... morram todos vocês... eu lhes desejo um plano elevadamente distante de mim.
não quero homens e menos ainda mulheres (cafajestagem já é difícil, falsidade então...) quero almas desprovidas desses desejos e atitudes carnais... sou egoísta sim! não me interessa se são humanos tanto quanto eu pois esse mundo desumano me dá náuseas... vocês.

Sem Título (por falta de palavra na língua portuguesa)

a vontade é de comer teus órgãos vitais e beber teu sangue infecto de prazer e luxúria.
...
over dose.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

FODAM-SE
nada mais a declarar...

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Tele-fonemas

telefonemas...
ambos fizeram meu coração palpitar. o primeiro pelo simples fato de minha ignorância não ter surtido efeito. foi então ativado o botão da incredulidade e o medo de continuar a frequentar certos lugares pelo simples motivo de não querer ser verdadeiramente rude, principalmente face a face. não gosto de ser assim.
o segundo começou com o medo de uma continuidade do primeiro mas logo após as primeiras sílabas acariciarem levemente meus tímpanos se desatou num sorriso, numa felicidade e leveza.
mas o medo ainda me segura pelos pés medrosos de hoje ir dançar.
mas a empolgação me segura pelas mãos ansiosas em novamente te tocar. amanhã?

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Alforriando o voluntário

Escravo de tua própria imaginação, nem ouse tentar me acorrentar. Que casa sem base era essa que construía com palavras? Se quer se mudar que vá morar sozinho e bem longe de mim. E é por te compreender tão bem que sinto repulsa. Vá fantasiar com outrem. Já tenho minhas próprias fantasias e a marca dos grilhões ainda estão recentes em minhas pernas.


A história se repete. Sempre. A mesma. Muda só o protagonista.
Escravizando-me? Espero que não.