Me sinto não muito bem quando paro pra pensar que o mais perto que eu tenho chegado de dar carinho pra alguém tem sido acariciar o teclado enquanto escrevo pra mim mesma...
Me sustentando nos sorrisos infantis que funcionam como lenços nos meus dias lacrimosos, espero porém um sorriso invisível. Menos infantil.
Eu sei que você está aí! Ou está lá? Onde lá? Você já foi feito por alguém. Já foi impresso no meu espaço-tempo e eu tenho quase um déjà vu que me permite vê-lo de leve. Eu sinto o seu sorriso... Invisível.
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